Mensagem que salva



Em setembro de 1995, um jornal publicou uma interessante história. 

Tratava-se de uma jovem que, sem objetivos na vida, começou a achar que tudo estava contra ela. Ficou deprimida e pensou em se suicidar. 

Tentou uma vez, em um hotel, mas a camareira entrou e chamou socorro a tempo. Ela foi salva. 

Quando saiu do hospital, continuou com o firme propósito de acabar com a vida. Começou a estocar remédios. Às vezes, começava a olhar para o teto, procurando um lugar para colocar uma corda e terminar com tudo. 

Era um tormento constante. A ideia não saía de sua cabeça. Dois meses depois, ela foi até um hotel levando trezentos comprimidos em sua bolsa. 

Felizmente, três amigas atentas, dessas criaturas atenciosas que Deus coloca na trajetória dos seres, para servirem de anjos de guarda, descobriram o seu plano. Com muito esforço, a levaram até o hospital, antes que ela fizesse uso dos comprimidos. 

Enquanto aguardava para ser atendida, na sala de espera do hospital, ela apalpava os comprimidos que trazia consigo, pensando em como faria para enganar as amigas e tomar a medicação. 

Enfim, como o atendimento demorou um pouco, ela pôs os olhos sobre uma mesinha e viu uma revista.

Zaqueu e o encontro com o Mestre


Na antiga Roma, eram chamados publicanos os cavalheiros arrendatários das taxas públicas, incumbidos da cobrança dos impostos e das rendas de toda espécie, quer em Roma mesma, quer nas outras partes do Império. 

Os riscos a que estavam sujeitos faziam que os olhos se fechassem para as riquezas que muitas vezes adquiriam e que, da parte de alguns, eram frutos de exações e de lucros escandalosos. 

O nome se estendeu mais tarde a todos os que supervisionavam os dinheiros públicos e aos agentes subalternos. Até hoje esse termo se emprega em sentido pejorativo, para designar os financistas e os agentes pouco escrupulosos de negócios, como por ex.: “Ávido como um publicano, rico como um publicano”. 

Zaqueu, embora fosse um judeu muito rico, era uma pessoa mal vista por ser um publicano, um cobrador de impostos e, ainda por cima, para os opressores: os romanos. 

Mas Zaqueu estava preocupado com a vida que levava, que sabia ser contrária à lei de Deus e às leis de Moisés, e já estava propício a fazer sua reforma interior. Essa era a razão de sua tentativa desesperada de falar a Jesus, subindo a uma árvore para ser visto pelo Mestre.

Zaqueu demonstrou ter entendido a mensagem de Jesus, no momento em que se dispôs a distribuir metade de sua riqueza aos pobres e de restituir o quádruplo às pessoas que havia espoliado, ou seja, explorado. 

Logo, quando Jesus profere a frase: Zaqueu, a salvação hoje entrou em tua casa, precisamos entender o significado da palavra salvação no contexto que, no caso, é sinônimo de transformação interior, que só pode ser resultado do esforço de cada um. 

Jesus, ao informar que se hospedaria na casa de Zaqueu naquele dia, demonstrou também não ter preconceito, confirmando que tinha vindo para os pequeninos, aqueles que estavam dispostos a ouvir a sua mensagem, fossem eles quem fossem, ainda que publicanos.

Anne Marie Lanatois

No Curso Médico

* Trecho do livro "Relembrando o Passado", de Edgard Armond.


Na atmosfera azulada da esfera espiritual sobreposta à grande cidade, ergue-se a "Casa de Bezerra" ostentando sua majestosa frente ornada de altas colunas.

Em um dos setores funciona um curso de formação de médicos, destinados a trabalhos espirituais. Jovens de aventais brancos imaculados, atentos ao instrutor que, assim, visto a distância, parece com o venerável diretor espiritual Bezerra, com feições mais moças. 

Sobre um suporte, vê-se uma estátua translúcida, representando o corpo humano, mostrando os órgãos internos em perfeita transparência. Lembramo-nos de André Luiz que, em uma de suas obras, descreveu coisa semelhante; além da parte anatômica, funciona como um organismo vivo e mostra as atividades fisiológicas em pleno curso. Vê-se como o coração pulsa, recebendo e expelindo sangue; o estômago, contraindo-se e distendendo-se, para saturar de seus sucos os alimentos; o cérebro, fulgurando e, como uma estação eletrônica que é, recebendo e emitindo impulsos provenientes do corpo físico e de fora dele, e os centros de força do perispírito brilhando, alguns, como sóis...

Lidando com a mágoa e o ressentimento



Como lidar com esses sentimentos que nos fazem perder a tranqüilidade, com a lembrança de acontecimentos que nos causaram dor e que, muitas vezes, nos separaram de parentes e amigos?

Por vezes, embora perdoemos as pessoas que nos causaram mal, torna-se impossível a convivência. E várias são as razões. 

Voltar a conviver com pessoas que nos magoaram tão profundamente nem sempre é recomendável ou possível, por sabermos que nos colocaríamos novamente dentro de um círculo vicioso. E que esse círculo vicioso nos levaria a cometer atos que hoje repudiamos e a nos envolver em discussões inúteis. 

Desse modo, o primeiro passo e a melhor forma de lidar com a mágoa e o ressentimento que ainda existe em nosso coração é PERDOAR. Quando nos lembrarmos das pessoas e das coisas que nos fizeram sofrer, PERDOAR essas pessoas. 

O segundo passo é PERGUNTAR onde está a causa da nossa aflição. Porque o mal que nos fizeram e a mágoa dele resultante é uma forma de aflição. Se não encontrarmos a causa da nossa aflição em nossa atual encarnação, ela só poderá estar em uma vida anterior. Quando passamos a entender que a causa das nossas aflições pode ser o resultado de algo que fizemos nesta vida ou em vidas passadas, tudo fica muito mais fácil.

E aí vem o terceiro passo: PERDOAR a nós mesmos, pelo mal que devemos ter feito a quem nos magoou “pois não sabíamos o que fazíamos” e pedir a Deus que abra os olhos dessas pessoas para a VERDADE, como Ele fez conosco, ao mostrar que Jesus é o modelo que devemos procurar imitar; modelo de humildade, caridade e perfeição, pois só Ele é o CAMINHO, A VERDADE E A VIDA. 

Devemos fazer como Emmanuel nos esclarece: ter otimismo, afastar as lembranças que nos fazem sofrer e seguir em frente. 

Porque um dia tudo se resolverá, com a Graça de Deus e o amparo do Mestre..

Anne Marie Lanatois

Natal é Vida



Eis o Natal que nos bafeja agora,
Trazendo bênçãos de Jesus ao mundo
A distribuir o seu amor fecundo,
Natal que em nós nova esperança aflora.
 
Quando é Natal o nosso ser se ancora
No amor fraterno, em sentido profundo;
Buscamos paz de segundo a segundo,
Para o nosso planeta que estertora.
 
Quando é Natal há sempre um canto novo
Que traz Jesus a socorrer o povo,
Povo que nunca Ele deixou a sós.
 
Natal é vida que abundante exprime
Lição do céu que transforma e redime,
Se Jesus renascer dentro de nós.
 
Sebastião Lasneau
 
 
 
(Mensagem psicografada por Raul Teixeira, em 12/11/2011, durante a reunião do Conselho Federativo Nacional da FEB, em Brasília-DF)

Fonte: Federação Espírita Brasileira

Reflexão sobre a vida


No ventre de uma mulher grávida dois gêmeos dialogam:
- Você acredita em vida após o parto?
- Claro! Há de haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Afinal como seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a nossa boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido pois o cordão umbilical é muito curto.
- Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde ela está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.
- Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que ela não existe.
- Bem, mas ás vezes quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Eu penso que após o parto, a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela.

AUTOR DESCONHECIDO

Oração do Discípulo

Senhor Jesus!


Do pesado madeiro de minha inconsciência, em que as minhas fraquezas Te crucificaram, ouve-me os rogos e não me negues Teu socorro constante.

Vidente Divino, dá-me a graça de ver os favores com que me enriqueces, em forma de lutas e sofrimentos.

Benfeitor Eterno, faze-me sentir a alegria do Céu, em minhas dores terrestres.

Oleiro Paciente, aquece a argila do meu frágil coração para que se transforme em vaso proveitoso ao Teu serviço.

Sábio Juiz, infunde-me respeito às leis divinas que esperam a minha regeneração para a eternidade.

Companheiro Atencioso, auxilia-me a ser irmão de todas as criaturas.

Médico infalível, cura-me as chagas íntimas, alimentadas por minha própria imprevidência.

Amigo Admirável, sela meus lábios para o mal e inspira-me o amor infatigável ao bem.

Mestre Abnegado, não me faltes com as Tuas lições de cada dia.

Semeador Celeste, protege a Terra de minh’alma contra os vermes da má vontade e da preguiça para que eu Te encontre incessantemente no trabalho que me concedeste.

Senhor das Bênçãos, não me relegues aos inconscientes desejos que nascem de mim e sustenta-me abençoado caminho da vida reta em que devo negar a mim mesmo, tomar a cruz salvadora de minhas próprias obrigações e marchar ao Teu encontro, hoje e sempre.

Assim seja.

Espírito: Emmanuel
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: A Luz da Oração

Casa Transitória Fabiano de Cristo - Cursos da Doutrina Espírita - 2012


A Área de Ensino da Casa Transitória, em sua sede, ministra os seguintes cursos:

* O que é o Espiritismo
* Básico I e II
* Educação Mediúnica I e II
* Aprendizes do Evangelho I e II
* Estudo do livro "A Gênese" (Terças - 20:00 às 22:00h)
* Estudo do "Livro dos Espíritos" (Sábado - 10:00 às 11:00h)

Os cursos são realizados nos seguintes dias e horários:

Segunda - 20:00 às 22:00h
Sábado: - 14:00 às 16:00h

Convidamos todos os que residam nas imediações ou que tenham maior facilidade em se locomoverem até a Casa Transitória a se inscreverem para o ano letivo de 2012.

Informações: Secretarias da FEESP na sede da Rua Maria Paula ou na Casa Transitória (11-2797-2999).

Localização da Casa Transitória Fabiano de Cristo:

Av. Elizabeth Robiano, 454 (Marginal Tietê - Sentido centro-bairro)



Parábola do Festim das Bodas



Novamente Jesus lhes falou por parábolas, dizendo:
O Reino dos Céus se assemelha a um rei que, querendo festejar as bodas de seu filho, despachou seus servos a chamar os que tinham sido convidados; estes, porém, recusaram ir.
O rei despachou outros servos com ordem de dizer da sua parte aos convidados: Preparei o meu jantar; mandei matar os meus bois e todos os meus cevados; tudo está pronto; vinde às bodas.
Eles, porém, sem se incomodarem com isso, foram-se, um para a sua casa de campo, outro para o seu negócio. Outros pegaram os servos, os ultrajaram e depois os mataram.
Sabendo disso, o rei se tomou de cólera e, mandando contra eles seus exércitos, exterminou os assassinos e lhes queimou a cidade.
Então, disse a seus servos:
- O festim das bodas está inteiramente preparado; mas, os que para ele foram chamados não eram dignos dele. Ide, pois, às encruzilhadas e chamai para as bodas todos quantos encontrardes.
Os servos então saíram pelas ruas e trouxeram todos os que iam encontrando, bons e maus; a sala das bodas se encheu de pessoas que se puseram à mesa.
Entrou, em seguida, o rei para ver os que estavam à mesa, e, dando com um homem que não vestia a túnica nupcial, disse-lhe:
- Meu amigo, como entraste aqui sem a túnica nupcial?
O homem guardou silêncio.
Então, disse o rei à sua gente: Atai-lhe as mãos e os pés e lançai-o nas trevas exteriores: ali haverá choro e ranger de dentes, porque muitos são chamados, mas poucos os escolhidos.
MATEUS, 22:1-14

Nesta parábola, Jesus utiliza um fato comum (casamento) para nos transmitir importantes ensinamentos espirituais.
Todos sabemos que as bodas se dividem em duas partes: uma é a cerimônia e a outra o banquete nupcial.
Nessa parábola, precisamos identificar as personagens e entender o papel que cada uma representa na parábola.
O REI é DEUS.
O FILHO é JESUS.
As BODAS DO FILHO representam a chegada do EVANGELHO à TERRA.
O BANQUETE NUPCIAL é a comunhão entre os dois planos da VIDA (terrena e celestial).
O REINO DOS CÉUS é a VIDA CELESTIAL, morada dos Espíritos Puros, tais como Jesus.
Os SERVOS são os PROFETAS, os APÓSTOLOS, os MISSIONÁRIOS, que Deus manda à Terra de tempos em tempos.
O JANTAR e as IGUARIAS preparadas são os ensinamentos espirituais; se, por um lado, os ALIMENTOS fortalecem o corpo, os ENSINOS ESPIRITUAIS fortalecem o Espírito. E é desse alimento que Jesus nos fala na parábola.
A TÚNICA NUPCIAL representa o perispírito e a pureza das intenções.
Os primeiros CONVIDADOS são os hebreus e os últimos são todos os povos do mundo, que na época eram os gentios.

SER ESPÍRITA


Ser espírita é ser cristão; é vivenciar a fé sincera e a crença numa Inteligência Suprema, causa primária de todas as coisas. Ser espírita é saber que fomos criados simples e ignorantes e que estamos fadados a nos tornar Espíritos Perfeitos; é saber que não somos os donos do Planeta e muito menos dos seres que pertencem aos reinos mineral, vegetal e animal. 

Ser espírita é saber que, se Deus nos confiou cinco talentos, dos quais nos pedirá conta no futuro, não devemos enterrá-los, mas saber que temos a obrigação moral de partilhá-los com aqueles a quem Deus entregou apenas um talento ou nenhum. 

Ser espírita não é pretender melhorar o próximo; é saber que, antes, precisamos melhorar a nós mesmos; ser espírita é saber que temos más tendências a vencer, defeitos a corrigir e que todos, mais cedo ou mais tarde, precisaremos contar com a misericórdia divina. Ser espírita não é enxergar o argueiro no olho do nosso irmão; é perceber, antes, a trave que está nos impedindo de enxergar a nós mesmos. 

Ser espírita não é apenas aceitar os princípios básicos da doutrina que nos foi legada por Kardec, dentre os quais a reencarnação; ser espírita é saber que a reencarnação é o caminho que nos levará à perfeição. 

Ser espírita não é só comunicar-se com os Espíritos; é ter a possibilidade de comunicar-se com os Bons Espíritos para, desse modo, melhorar a nós mesmos e ajudar outros a se tornarem melhores. 

Ser espírita não é isolar-se do mundo em alguma caverna, para que o mal não nos atinja; ser espírita é entrar em contato com o mal, com as tentações e vencê-las, uma a uma. 

Ser espírita é saber que o verdadeiro espírita é espírita no Centro, em casa, na rua, no trânsito, na fila, ao telefone, sozinho ou no meio da multidão, enfim, em todas as situações práticas da vida. É ser espírita na prática e não apenas na teoria. 

Ser espírita não é se achar diferente dos outros; ser espírita é saber que somos todos iguais perante Deus, independentemente da crença que cada um de nós possui.
  
Ser espírita não é apenas aceitar o convite para o banquete nupcial; ser espírita é aceitar o convite do Rei e a ele comparecer vestindo a túnica nupcial, porque muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos!

Anne Marie Lanatois

O Guia Espiritual

[...] Consoladora é a crença doutrinária que prova ao homem com fatos concludentes a existência de um Guia Espiritual que junto dele desempenha missão tutelar conferida pelas leis do Todo Misericordioso e Complacente. O Guia Espiritual será como um agente do Amor Divino junto das criaturas. Ele conhecerá, com precisão, as leis sobre que o Criador estabeleceu a harmonia moral das sociedades espirituais, e as aplica com sabedoria equivalente ao próprio grau de elevação na escala do aperfeiçoamento. Se necessita inspiração para os graves problemas a solucionar dentro das atribuições que lhe são conferidas, ele a suplica, ardoroso, ao Grande Foco que nas profundezas do Infinito irradia sabedoria sobre o Universo todo, e o Grande Foco lhe refloresce as energias na mente lúcida, que se amplia, vigorosa, no carreiro a prosseguir. E incompreensível e incompreendido pela maioria das individualidades às quais se dedica.


Sua formosura integral, resplandecente de virtudes imortais, passaria despercebida aos olhos da vulgaridade, se a esta fosse possível defrontá-lo. A fim de contemplá-la e compreendê-la em toda a sua radiosa realidade, tornar-se-á necessário ao tutelado adornar-se de potenciais psíquicos de ordem elevada, os quais se encontram ainda latentes, sufocados pela materialidade, no interior de cada um, à espera das clarinadas- decisivas do progresso. Age sobre o homem freqüentemente, e o homem não o compreende.

Sente, este, suas manifestações em torno da própria vida, mas geralmente ignora que sejam suas. O Guia Espiritual é a destra do Criador que se espalma sobre o homem,inspirando-o e protegendo-o na espiral difícil, mas gloriosa, do Espírito, rumo da redenção. As doces lendas do passado o denominavam Anjo de Guarda. Seja, porém, qual for o nome que lhe derem, será invariavelmente a dedicação incansável, o amor abnegado até ao sacrifício. Ama seus pupilos com o amor elevado à potência espiritual a que chegou, o que quer dizer que tal sentimento se avoluma e fortalece à proporção que ele próprio ascende na espiral do progresso, rumo da perfeição. O homem desconhece essa modalidade do amor, a qual denominaremos divina, conquanto a Terra já tivesse ocasião de contemplá-la em toda a sua gloriosa expressão.

Lembrai-vos de Jesus, o Cristo do Senhor , amando a Humanidade, por ela incompreendido, mas, ainda assim, oferecendo-se em sacrifício pelo grandioso ideal de atraí-la a si...