Filme Área Q trailler oficial





O suspense Área Q é um filme de ficção científica, com abordagem espiritual, que traz no elenco os atores Murilo Rosa e Tânia Khalill; é uma co-produção entre Brasil e Estados Unidos, e também é protagonizado por Isaiah Washington, mais conhecido por estrelar séries de TV como Grey’s Anatomy.

No filme, Washington é Thomas Mathews, um repórter cuja carreira e vida pessoal declinam quando seu filho desaparece. Para retornar ao trabalho, Thomas aceita fazer uma matéria no Brasil para investigar contatos imediatos de primeiro, segundo e terceiro grau.

No Ceará, em uma região conhecida como “Área Q”, Thomas encontra João Batista (Murilo Rosa), um agricultor com explicações sobre o que tem acontecido naquela região e sobre o filho desaparecido do jornalista.

A busca incessante de um pai para encontrar seu filho o leva a uma descoberta extraordinária que irá mudar sua vida para sempre.

Thomas Mathews (Isaiah Washington, de Grey´s Anatomy, Romeo Must Die, Clockers, True Crime) é um repórter reconhecido no círculo jornalístico como o homem que vai atrás dos fatos para revelar a verdade. Ele é o vencedor do Prêmio Conscience-in-Media por expor um escândalo de derramamento tóxico por uma grande corporação.

A vida de Thomas dá uma guinada quando seu filho Peter desaparece. Um ano se passa e Thomas não descobriu nada sobre o sequestro. A busca obsessiva por uma pista que pudesse explicar o desaparecimento de Peter vira a vida de Thomas de cabeça para baixo. Thomas está prestes a perder sua casa e seu emprego. Seu chefe e amigo, Dylan, a fim de ajudar, oferece a ele um projeto especial em que Thomas terá que investigar casos de avistamentos de OVNIs, contatos imediatos do primeiro, segundo e terceiro grau, e até de abduções. O único problema é que Thomas terá que ir ao Ceará, estado localizado no Nordeste do Brasil. O jornalista definitivamente não quer deixar Los Angeles, porque uma nova pista sobre seu filho pode aparecer a qualquer momento. Depois de pensar muito a respeito, Thomas decide ir.

No Brasil, ele investiga histórias sobre os avistamentos de alienígenas que ocorreram nas pequenas cidades de Quixadá e Quixeramobim, conhecidas como Área Q. Durante a investigação, Thomas conhece João Batista, (Murilo Rosa, de Araguaia, Orquestra de Meninos), um caboclo que tem muitas respostas sobre o que está acontecendo nessa área e também sobre o filho de Thomas.

Uma série de eventos inesperados acaba com o plano original de Thomas, que é escrever a matéria e ir embora o mais rápido possível e o jornalista se vê lutando para acreditar no que tem visto. Pouco a pouco, ele começa a perceber que está prestes a vivenciar a maior descoberta de sua vida.

Área Q chega aos cinemas de todo o País em 13 de abril. Não perca.

Conheça outros projetos da Estação Luz, uma associação que desenvolve projetos de incentivo à cultura, educação e esportes.

Divaldo Franco, 65 anos de oratória!


Há 65 anos, exatamente no dia 27 de março de 1947, o médium e orador Divaldo Pereira Franco, realizava sua primeira palestra na cidade de Aracaju, Sergipe.

Hoje Divaldo Franco é um respeitado orador, conhecido tanto no Brasil como no exterior. Ja realizou mais de 13.000 conferências em mais de 2000 cidades em todo o Brasil e em 64 países. Fez 7 conferências na ONU. Recebeu mais de 900 homenagens de instituições culturais, sociais, religiosas, políticas e governamentais. Em 2005 recebeu o título de Embaixador da Paz no Mundo, em Genebra, na Suiça. Ja publicou mais de 200 livros, através de 211 autores espirituais, com mais de 10 milhões de exemplares vendidos. Dessas obras houve cerca de 80 versões para 16 idiomas. A renda proviniente da venda dessas obras, bem como os direitos autorais foram doados, em cartório, à Mansão do Caminho e outras entidades filantrópicas.

Como educador fundou em 1952, na cidade de Salvador, Bahia, a Mansão do Caminho que é um admirável complexo educacional que atende a 3.200 crianças e jovens de famílias de baixa renda. Educou mais de 600 filhos adotivos, hoje emancipados e a maioria com família constituída. Mais de 35.000 crianças e jovens passaram até hoje pelos vários cursos e oficinas da Mansão do Caminho.

O seu exemplo de perseverança, de fé e de amor é contagiante e convida-nos a prosseguir com alegria ao encontro de Jesus.

Obrigado Divaldo Franco!



Autoria: InteLítera Editora
Texto recebido via e-mail

AVARENTOS





Triste pai desencarnado compareceu na Sala de Auxílio e rogou ao nobre instrutor que presidia costumeira reunião:

- Devotado amigo, tenho ainda na Terra dois filhos, em plena madureza, e suplico autorização a fim de amparar, mais seguidamente, um deles, que me parece à beira de queda iminente.

E, ante a benévola expressão do dignatário sublime, o requerente continuou:

- Ignorante dos princípios de causa e efeito, meu Leocádio ajuntou milhões, fazendo-se proprietário de imensa fortuna. É um sovina desditoso, a movimentar-se entre cofres recheados e assentamentos de banco, preciosidades e jóias. Coração dantes generoso, ressecou-se com o tempo. Nele vejo agora usurário cruel... Em casa, transformou-se em doido varrido. Esqueceu-se de que a esposa lhe merece carinho, de que os filhos, ainda jovens, precisam educação; se reclamam, dá-lhes dinheiro farto para que lhe não perturbem as reflexões aparentemente tranquilas, nas quais se deleita em pesadelos dourados. Não consegue mentalizar outra coisa que não seja fazendas e terras, moedas e cadernetas bancárias. E ao mesmo tempo que mostra prodigalidade exagerada, ao pé da família, fora do ambiente doméstico, não dá tostão a ninguém. É um verdugo dos empregados que o servem, fiscalizando panelas e armários... Nos favores que presta, cobra tributo alto, e, nas compras que realiza, pechincha tudo... Em matéria de fé religiosa, aceita qualquer interpretação, desde que ninguém lhe censure o desvairado apego à finança, que se lhe erige agora no pensamento por ídolo irremovível.

Inquietando-se, diante do silêncio com que era observado, rematou, súplice:

- Juiz amorável, dá-me permissão para seguir, passo a passo, o meu pobre filho que a paixão do dinheiro transfigurou em alienado mental!

Porque o peticionário se interrompesse, chocado pela emoção, perguntou o mentor:

- Se te pronuncias, na condição de pai de dois filhos, é natural que te refiras ao outro.

Mensagem aos Médiuns

Venho exortar a quantos se entregaram na Terra à missão da mediunidade, afirmando-lhes que, ainda em vossa época, esse posto é o da renúncia, da abnegação e dos sacrifícios espontâneos. Faz-se mister que todos os Espíritos, vindas ao planeta com a incumbência de operar nos labores mediúnicos, compreendam a extensão dos seus sagrados deveres para a obtenção do êxito no seu elevado e nobilitante trabalho.
Médiuns! A vossa tarefa deve ser encarada como um santo sacerdócio; a vossa responsabilidade é grande, pela fração de certeza que vos foi outorgada, e muito se pedirá aos que muito receberam. Faz-se, portanto, necessário que busqueis cumprir, com severidade e nobreza, as vossas obrigações, mantendo a vossa consciência serena, se não quiserdes tombar na luta, o que seria crestar com as vossas próprias mãos as flores da esperança numa felicidade superior, que ainda não conseguimos alcançar! Pesai as conseqüências dos vossos mínimos atas, porquanto é preciso renuncieis à própria personalidade, aos desejos e aspirações de ordem material, para 'que a vossa felicidade se concretize.

Filhos: empréstimo divino




Desde o dia em que tu nasceste, eu criei a ilusão dentro de mim, que poderia caminhar por ti.

Imaginei que colocaria teus pés sobre os meus e te levaria pelos caminhos que eu julgasse mais tranquilos e seguros.

Dessa maneira, tu nunca feririas teus pés pisando em espinhos ou em cacos de vidro e jamais te cansarias da caminhada. 

Nem mesmo precisarias decidir qual estrada tomar. 

Isso seria eternamente minha responsabilidade.

E foi assim durante um bom tempo. Caminhei por ti e para ti.

Então, o tempo veio me avisar bruscamente que essa deliciosa tarefa não faria mais parte dos meus dias.

Teus pés cresceram e eu já não conseguia mais equilibrá-los em cima dos meus e, quando eu menos esperava, eles escorregaram e alcançaram o solo.

Hoje sou obrigado a vê-los trilhar caminhos nos quais os meus jamais os levariam e ainda tento detê-los insistentemente, mas só consigo raríssimas vezes.

REENCARNAÇÃO: modo de resolver problemas de outras vidas


Lendo o livro de Hermínio C. Miranda Nossos Filhos são Espíritos, encontrei casos interessantes sobre a reencarnação, nos quais o autor prova que o feto não é uma coisa, como muitos pensam. O feto é gente, como nós; é um Espírito, exatamente como nós; embora no início ele seja um mero ajuntamento das duas ou quatro células, na realidade ele é um espírito adulto e consciente, dotado de todo um acervo de experiências anteriores, vividas em outras existências terrenas. 

Um dos casos relatados no livro do Hermínio, como o que vou transcrever abaixo, explica a razão de abortos espontâneos, demonstrando que, por vezes, é o próprio Espírito quem reluta em aceitar renascer em determinada família, onde entrará em contato com velhos adversários e precisará resolver conflitos antigos que ficaram pendentes. 

Vejamos o caso.

Abraço de filho


Abraço de filho deveria ser receitado por médico.

Há um poder de cura no abraço que ainda desconhecemos.

Abraço cura ódio. Abraço cura ressentimento. Cura cansaço. Cura tristeza.

Quando abraçamos soltamos amarras. Perdemos por instantes as coisas que nos têm feito perder a calma, a paz, a alma...

Quando abraçamos baixamos defesas e permitimos que o outro se aproxime do nosso coração. Os braços se abrem e os corações se aconchegam de uma forma única.

E nada como o abraço de um filho...

Supercultura



“..Graças te rendo, ó Pai, Senhor dos Céus e da Terra, por haveres ocultado estas coisas aos doutos e aos prudentes e por as teres revelado aos simples e pequeninos!” (Mateus, 11: 25)

“Homens, por que vos queixais das calamidades que vós mesmos amontoastes sobre as vossas cabeças? Desprezastes a santa e divina moral do Cristo; não vos espanteis, pois, de que a taça da iniqüidade haja transbordado de todos os lados.” (ESE, Cap. VII, item 12)

***

Alfabetizar e instruir sempre. 

Sem escola, a Humanidade se embaraçaria na selva; no entanto, é imperioso lembrar que as maiores calamidades da guerra procedem dos louros da inteligência sem educação espiritual. 

A intelectualidade requintada entretece lauréis à civilização, mas, por si só, não conseguiu, até hoje, frear o poder das trevas. 

A supercultura monumentalizou cidades imponentes e estabeleceu os engenhos que as arrasam. 

O Mistério de Edwin Drood



Charles Dickens estava trabalhando neste livro quando morreu subitamente, em 9 de junho de 1870, aos 58 anos de idade. 

Seu imenso e fiel público leitor ficou desolado, principalmente considerando-se  que O Mistério de Edwin Drood era sua primeira incursão pelo nascente gênero da literatura policial e ele não deixou qualquer roteiro sobre como pretendia encaminhar e concluir a estória. 

Dois anos depois, Dickens retornava, através da mediunidade de Thomas P. James, jovem e inculto médium americano, para finalizar a obra. 

Com olímpica arrogância, os meios literários internacionais simplesmente ignoraram a metade mediúnica do livro, no pressuposto irrecorrível de que, ao escrevê-la, Dickens estava morto e gente morta não pode escrever. Parece, no entanto, que alguém esqueceu de combinar isso com os mortos, que continuam produzindo seus textos como sempre fizeram... Pelo menos, desde que aquela mão invisível traçou, nas paredes de um bíblico salão de festanças, as três palavras que anunciavam o fim do reinado de Baltazar. 

As Publicações Lachâtre assumem a desafiadora atitude de resgatar literalmente do limbo o texto que há cerca de 130 anos vem sendo injustamente considerado maldito. 

Se você, leitor/leitora, ainda guarda alguma reserva e prefere não se comprometer, leia o livro discretamente, como se não soubesse que foi um fantasma que escreveu seu emocionante final.

Obs.: O livro deve ser tão bom, mas tão bom, que está esgotado e nova edição está prevista para ser lançada em março deste ano 2012.

Profissão Amaldiçoada

Como muitos diariamente o faziam, este também chegou à porta e bateu.

— Dá licença?

— Pode entrar.

Era um homem baixinho, idoso, com o guarda-chuva escorrendo água, cabelos grisalhos e cavanha­que ralo no queixo pontudo.

— Queria falar com o senhor.

—  Já lhe atendo. Sente-se. E apontei-lhe uma cadeira ao meu lado.

— Muito obrigado, fico de pé. E ficou, até que nos voltamos para atendê-lo.

— Muito bem, amigo. Pode falar o que deseja.

*

Este é o introito de um dos casos mais impres­sionantes, dos muitos que atendemos em vários anos.

*

— Sou do interior, na margem do Paraná. Tenho uma fazenda muito boa, mas vivo sozinho, porque mi­nha mulher me abandonou. Trabalhei muito e agora, depois de velho, me veio um remorso muito grande e não tenho mais sossego.

Falava de cabeça baixa sem olhar...