O divórcio não é uma lei contrária às leis de Deus



“Não há nada imutável, a não ser o que procede de Deus” 

Allan Kardec

Os relacionamentos são construídos para durarem para sempre. Um casal namora, alguns noivam e depois casam. Com as mudanças na lei humana a união estável não precisa ser registrada em cartório para ter validade de um casamento, os direitos passam a ser os mesmo.

Geralmente as mulheres crescem pensando em casar, celebrar com uma cerimônia religiosa e civil, vestido de noiva, padrinhos, dama de honra, músicas escolhidas que recordem os momentos marcantes da relação e muitos outros detalhes que tornem a ocasião um momento especial.

O sonho de ter filhos e vê-los crescer, educá-los e direcioná-los nem sempre acontece. Muitos casais se divorciam no meio dessa jornada. É neste momento que começa também a divisão de bens e a disputa para ficar com a guarda dos filhos. 

O desgaste atinge crianças, familiares e amigos em comum. Divorciar é mais delicado do que casar. Os amigos aumentam, tornam-se comuns mas, na hora da separação, até aí existe uma modificação, pois alguns vão ficar mais próximos de um do que do outro amigo.

Allan Kardec, no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo diz que o divórcio não é uma lei contrária à lei de Deus. Tudo que é obra do homem está sujeito a mudanças. A lei da Natureza é a mesma em qualquer parte do mundo mas a humana é diferente, segundo a cultura de cada país.

Na época de Moisés, em alguns países permitia-se o apedrejamento nos casos de adultério. Ainda hoje a mídia noticia possíveis atitudes de apedrejamento, quase sempre em nome do Criador.

A lei do amor é a mais sublime pois Deus a fez para que os seres se unissem não só pela carne mas também pela alma. Jesus disse “Não separeis o que Deus juntou”, ou seja, uma união pela lei do amor, imutável e não a lei dos homens.

O importante é o equilíbrio necessário principalmente quando o casal divorciado tem entre eles filhos que os unirão para sempre e não usá-los para provocarem uma simpatia maior de um ou de outro.

Quando os divorciados conseguem deixar os filhos neutros na situação, promovem uma harmonia para que essas crianças não cresçam com ressentimentos e uma visão distorcida do que é uma união.

Pesquisas apontam sentimentos negativos como orgulho, egoísmo, entre outros, como os maiores responsáveis pelo crescente número de divórcios. O contrário permitiria uma união mais estável, com menos cobranças e muito mais harmônica.

Fonte: Radio Boa Nova

Um comentário:

LUCONI disse...

Irmão Fraterno parabenizo a você por esta postagem, até sugiro que a aumente um pouquinho, porque com certeza a maioria das separações são causadas pelo orgulho e egoísmo, eles impedem-nos de perdoarmos, de reconhecer nossos erros, de demonstrarmos o quanto amamos, parabéns gostei muito, beijos Luconi